sábado, 10 de agosto de 2013

Meu vídeo app

E enquanto meu processo não anda e eu não fico online... chego a conclusão que os requisitos para ser Au Pair deveriam ser:

- Ter entre 18 e 26 anos;
- Sexo Feminino;
- Ser solteira e sem filhos;
- Conhecimento intermediário de inglês;
- Gostar de crianças;
- Ter 200 horas de experiências com crianças nos últimos 3 anos;
- Ter concluído o Ensino Médio;
- Carteira de motorista.
- TER UM SACO DE PACIÊNCIA.


Brincadeirinhas a parte, vou falar do meu vídeo. Nossa que desgraça fazer isso! Sinceramente, não foi legal, me odiei em cada segundo do vídeo, tive que reagravar umas 70 vezes. E isso que já fui gravando por partes! A parte com as kids foi fácil, já tinha alguns vídeos salvos, outros fui gravando, dessa parte eu gostei bastante. Eu fiz o vídeo o mais simples possível mesmo, assisti vários vídeos antes e fui tirando ideias. Mas enfim, assistam e tirem suas próprias conclusões! 



Beijos, Sá.
                                        

Resultado Itep + Inglês

Como já disse aqui, minha segunda visita a agência foi para entregar toda a documentação necessária do application e fazer o tão temido Itep! Nos grupos do facebook tem vários documentos que explicam como é o Itep, mas basicamente ele é dividido entre listening (alguns diálogos com perguntas sobre eles no final) e o speaking (duas perguntas que você grava a resposta). Eu achei o teste muito tranquilo. Me atrapalhei um pouco na hora do speaking apenas. 


Ai você responde mais ou menos assim!

E o inglês? 

Essa é uma pergunta constante nos grupos. Vou falar da minha experiência especificamente. Eu aprendi aquele inglês bem básico da escola, sabe? Todo ano a mesma coisa. My name is, my address is, etc. Mas já me deu a base. Fiz o Itep e tirei o Advanced (Low) Level (confesso que a primeira coisa que li foi o LOW e quase me desesperei achando que tinha sido o intermediate, que seria quase certeza que a ligação de Londres me aguardava). 

Certificado lindo!

Mas Sa, se você só aprendeu aquele inglês, como conseguiu se sair bem no teste? Eis meus segredinhos: 1. Eu sempre escutei músicas em inglês e, cantora que sou só que não, sempre quis cantar as músicas junto, e, claro, entender o que estava cantando. Por isso sempre utilizei o tradutor, via as traduções e estudava as letras das músicas que mais gostava, e cantava junto mesmo aloka (quando estava sozinha, lógico, minha voz é horrível pra cantar hahahaha)!  Ajudou bastante no speaking. Segredinho número 2, que eu considero o que mais fez diferença: as séries. Eu, linda e maravilhosa, sempre assistia as séries dubladas no SBT e achava tudo lindo. Até que um dia o SBT decidiu passar Grey’s Anatomy! Resultado: me apaixonei pela série, e como SBT sempre avacalha, terminou a primeira temporada e nem sinal de que ia voltar a passar, então fui procurar mais sobre nos grupos do agora falecido Orkut. E tcharã, achei links para DOWNLOAD dos episódios, COISA LINDA. Detalhe: todos em inglês. Ok, eu amo a série, vamos assistir legendado. E é ai que começa minha história de amor as séries, de Grey’s passei pra Gossip GIrl, 90210 e foi indo. Hoje em dia assisto/já assisti mais de 45 séries diferentes. TODAS legendadas, CLARO! E isso vale pra filme também, não consigo assistir mais nada que seja dublado. Acho horrível, me estresso muito, lógico né? Consigo perceber que perde todo o sentido da coisa! Mas enfim, gente, assistam séries. Tem pra todos os gostos e estilos, se você não achou uma que te agradasse até hoje é porque não procurou direito, garanto. Ajuda demais para ampliar vocabulário, pronúncia e até alguns hábitos de lá. E você vai aprendendo sem perceber que tá aprendendo, se divertindo (o que eu, como futura psicóloga, garanto: faz toda diferença!). Eu fui perceber que meu inglês estava bom no dia que uma das minhas séries teria um episódio BOMBÁSTICO e eu não aguentei esperar, fui assistir online mesmo, e consegui entender o episódio inteirinho (veja bem, entender não significa que entendi todas as palavras, mas fui entendendo pelas frases, pegando o contexto).  Abaixo coloco uma tabela de todas as séries que assisto ou já assisti.

 Além disso, eu costumo usar sites online como o Livemocha pra estudar às vezes bem de vez em quando mesmo, porque acho chato e dá muita preguiça, confesso. Para o Itep eu também usei o www.esl-lab.com, que ajudou principalmente com o listening. Eu também conversava em inglês com meu agora ex-namorado quando estávamos sozinhos. Se você tiver alguém pra ir conversando, AJUDA muito. Eu sempre me senti muito insegura porque nunca fiz nenhum curso de inglês especificamente. Sei que em gramática sou péssima, mas sinceramente essa parte deixarei pra aprender estudando lá, porque o que importa pra ir é saber se comunicar. Hoje me sinto um pouco melhor com o resultado do Itep, me senti muito feliz mesmo! E meninas que estão prestes a fazer o Itep (que é o que fiz, por isso posso opinar), ele não é esse bicho de sete cabeças que todos falam! Achei bem simples, a parte do speaking complica um pouco porque o tempo pra pensar é pouco e o pra responder é demais (minha opinião haha). Mas respirem fundo e confiem em si, que no fim dá tudo certo!


E é isso, assim que consegui aprender. E vocês? Como aprenderam? Estão seguras (os) com o inglês? 

Aquele em que escolhi a agência!

Não vou entrar aqui em assuntos como: Qual a melhor agência? Como escolher a agência? Comparativos e essas coisas já são assunto em vários blogs! Eu troquei e-mails com várias agências, pesquisei muito em vários blogs, sites das agências, sites de Au Pair, etc. Eu acho que a escolha da agência deve ser muito analisada de acordo com as necessidades de cada uma, reclamações e elogios todas tem (vide grupos do face)! No fim eu escolhi a Experimento porque senti o feeling, acho que para o que eu quero seria a melhor opção. Pra quem ainda não sabe, a Experimento é a única representante da Au Pair in America, mais conhecida como APIA. 




Como não moro, e sim me escondo aqui em Timbó - SC, a Experimento mais perto de mim fica em outro estado, então fui até Curitiba. Já vi no grupo meninas desesperadas sem ter agência por perto. Meninas, entrem em contato com as agências, muitas não tem agência física em alguns lugares, mas tem representantes! É o caso da Cultural Care, que tem representante em uma escola de idiomas em Itajaí - SC. Fica a dica! 

No meu caso preferi ir até a agência, até porque era fácil chegar até lá e não precisarei de mais do que 3 visitas a agência (me certifiquei disso por e-mails antes de ir até lá). Na primeira, fui com meus pais conhecer o programa, ou seja: eles conheceram mais sobre o programa, eu só fiquei ouvindo tudo que já sabia haha. Fechamos o contrato. A segunda visita foi para entregar a documentação e fazer o Itep (vou falar dele no próximo post). E a próxima vai ser só antes do embarque! O resto resolvemos tudo por e-mail e skype! Até agora não tenho do que reclamar, estou sendo muito bem atendida, meus e-mails são respondidos muito rápido, e consigo sanar todas as minhas dúvidas sem problemas :) Claro que tô no começo do processo (esperando pra ficar online), mas mesmo assim. Sei muito bem o que dizem, que a agência aqui vende o programa como se fosse mil maravilhas. Eu não percebi isso, a minha agente pelo menos deixou muito claro que o programa é de trabalho, em primeiro lugar. Eu to indo sabendo muito bem disso, não to imaginando que tudo vá ser um sonho perfeito-lindo-maravilhoso. Sei bem que cuidar de crianças nem sempre é fácil, exige paciência e dedicação. Por isso uma dica muito importante que dou é: tenham experiência antes de ir, sério. Você realmente vai precisar disso! E experiência mesmo, segurar o priminho no colo em uma festa de aniversário não é exatamente uma experiência, na minha opinião. Se você não gosta de cuidar de crianças, pensa 156425 antes de ir como Au Pair, as chances de você não aguentar ficar reclamando o tempo todo no grupo do face são muito altas!

No próximo post vou falar sobre o Itep e o inglês! :) 

Beijos, Sá.  





quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Aquele em que decidi ser Au Pair



Oi gente! Tudo bem? Sabrine, muito prazer :)

 Tenho 21 anos, quase 22! E decidi fazer um blog para contar da minha experiência nesse mundo aupariano, porque quero ter registros disso e porque sei o quanto os blogs podem ajudar as meninas (especialmente as iniciantes).

 Vou falar de como tomei a minha decisão de ser Au Pair: começou com uma colega da faculdade, ela falou que faria um intercâmbio e seria Au Pair. Na época achei legal e tudo mais, mas não fui muito a fundo pra saber de mais informações, porque sempre imaginei intercâmbios como algo extremamente caro e inacessível para mim.

#aupoorfeelings

 Alguns meses depois, vi no facebook dela fotos e vi que ela finalmente tinha conseguido! Achei muito legal, e decidi ir atrás dos requisitos que ela precisou para o programa e qual não foi minha surpresa quando percebi que eu me ENCAIXAVA na maior parte dos requisitos e o mais importante: conseguiria sim bancar o valor do programa.


image
Me senti assim!


 A partir daí comecei a procurar mais informações em sites de agências, blogs, descobri os grupos do face e por ai foi. Comecei a discutir a ideia com meu namorado e minhas amigas. Falei disso com meus pais (a reação inicial foi terrível). Decidi que queria ser Au Pair assim que terminasse a faculdade e tornei esse meu projeto. Mas estava looonge ainda. Isso foi no começo de 2012 (!). Como meus pais não reagiram bem, parei de falar sobre isso em casa. Mas a ideia continuava firme na minha cabeça. Um lindo dia a Bruna fofa fez um post no grupão perguntando quem mais queria ser AP em 2014! E LÓGICO que, pela primeira vez, me manifestei no grupo. Foi ai que começou uma amizade linda entre meninas com um sonho distante. 

Pausa para agradecimento: Meninas, vocês foram cruciais no meu processo, agradeço muito por vocês existirem ♥ Quando não tinha mais ninguém pra conversar, vocês estavam lá, juntas sonhamos, imaginamos, planejamos e hoje estamos fazendo parte desse processo. OBRIGADA!

 Voltando ao assunto... como lidar com meus pais. Fui inserindo a ideia devagar de novo. Nunca bati de frente com eles, e sei que foi a melhor decisão, com o tempo eles foram percebendo que eu estava falando sério e começaram a ouvir o que eu tinha pra falar. Mas não foi fácil não viu? No começo tinha que ouvir coisas como: “não paguei tua faculdade pra você ir limpar a bunda de filho de gente rica”. É, sei de muitas meninas que passaram por situações semelhantes. Lógico que na hora chorei muito e fiquei mal (e por isso foi tão importante ter as meninas comigo!). Mas fui firme, toda vez que o futuro era tema de conversas, falava: quando eu estiver lá vou poder estudar isso, quando eu voltar de lá vou tentar emprego em tal empresa, essa menina voltou e tá trabalhando em tal local, fulana tá viajando pra Disney agora, também vou querer, achei mais meninas que querem ir na mesma época. SIM, fui muito ignorada. Mas ai começaram a vir aqueles olhares de interesse para a tela no notebook, e junto com isso a esperança. Até que um dia estava eu reclamando na mesa da cozinha sobre o quão difícil seria juntar a grana para o programa até dezembro, e que provavelmente teria que adiar um pouco... sabem o que minha mãe disse? “Nós te damos o intercâmbio como presente de formatura”. Qualquer um que passou por uma situação semelhante sabe a alegria que senti nesse momento.Sim, ganhar o programa de presente foi ótimo, mas não se compara a alegria de ter teus pais finalmente te apoiando! Então sim, acreditem que tudo pode dar certo e não desistam. E assim alguns meses depois iniciei o processo, mas isso é assunto para  o próximo post!

Beijinhos, Sá.